
Morfologia de um eclipse (ou a paixão segundo Arjuna)
Repara dentro de si, espírito ninfeu!As brumas de espinho revelam amor,As rosas negras que se parecem dor,O perfume de vida que exala do heu. Faça-te sol na minha tempestade!Encontre em ti o espírito que é meu,A lâmina que o próprio destino teceu:Védicos encantos que uivam verdade. Como homem, sou destruidor de mundos;Como amante, o reinventor […]
